segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Gastronomia de Galegos


  • O Cozido à Portuguesa
  • As Papas de Sarrabulho
  • O arroz Pica-no-Chão


Associações

Grupo Folclórico Juvenil de Galegos Santa Maria

Agrupamento de Escuteiros - CNE 618


Actividades: Escutismo e Fanfarra.


Associação Cultural e Recreativa Villa Gallegus


Grupo Etnográfico “As Lavradeiras


Grupo de Jovens


Grupo Musical


Santa Maria Futebol Clube

 

Locais de interesse turistico

  • Forno Castrejo e balneário.

  •  Monte do Facho.

  • Termas do Eirôgo.

Trata-se de uma extensa quinta, caracterizada pela presença de um antigo edifício e de uma bela envolvência paisagística, que se localizam as Termas do Eirôgo, uma estância termal dotada de condições excepcionais para que se relaxe e se sinta os melhores efeitos destes ares e águas benéficas, consideradas, já desde o século passado, como uma das melhores águas minerais do país e mesmo da Europa. Particularmente indicadas para tratamento de afecções respiratórias, dermatológicas e reumáticas, as águas sulfúreas, cloretadas, bicarbonatadas, sódicas e fluoretadas das Termas do Eirôgo apresentam, ainda hoje, características altamente curativas, o que as torna únicas em termos de um manancial de Hidro e Fisioterapia, que deve seguramente ser aproveitado.

O Galo de Barcelos


Há já muito tempo que a sua fama transpôs as fronteiras portuguesas, quer como símbolo de uma região, dum país, quer como lembrança que muitos visitantes levam consigo.
Este símbolo colorido e garrido adquiriu uma identidade própria, mas perdeu no passar dos tempos a sua origem concreta.
Associado à criação artística, existem as lendas, ou melhor, a lenda, embora narrada em diversas versões, que subjaz e está na origem da criação de tão sui generis peça do artesanato português.
Todavia, o concelho de Barcelos é muito extenso e a olaria predomina em algumas localidades, não em todo o concelho. Também não se conhece que na cidade tenha havido uma actividade cerâmica muito forte. Isto para dizer que a denominação de “Galo de Barcelos” carece de alguma verdade, enquanto criação artística como tal.
Certo é que todas as freguesias de Barcelos fazem parte do concelho, mas também todas elas têm um nome próprio, uma identidade própria, uma tradição e uma cultura que merecem ser valorizadas e estimuladas. Por isso, não devemos metonimicamente atribuir todas as coisas a uma só terra: Barcelos. Devemos sim colocar cada coisa em seu lugar e dar o seu a seu trono.
E respeitante à questão do denominado “Galo de Barcelos”, como figura artística e decorativa, convém não ter medo de identificar o seu berço e também revalorizar a gente e a terra que o criou: Galegos Santa Maria. Esta é a terra onde ainda hoje os seus artesãos dão vida a tão famosa peça do artesanato português, símbolo de uma região, símbolo de um país.


“Quem quer que visite Portugal é confrontado, desde a sua chegada ao Aeroporto de Lisboa, com o galozinho pintalgado que se vende em diversos tamanhos como recordação de viagem. Este pequeno galo é o testemunho duma longa tradição que nos transporta a Barcelos e à história cativante do enforcado salvo miraculosamente por Santiago de Compostela, lenda que, durante a Idade Média conquistou a Europa Ocidental e Meridional” (MEYER, Maurits de, “La légende du pendu miraculeusement) sauvé par Saint Jacques de Compostelle et le témoignage du coq rôti”, in Revista de Etnografia, vol. XV, tomo 1, Porto, Outubro de 1970). O relato deste etnógrafo belga ajuda a reforçar a ideia de que é a lenda que origina a criação do galo de barro, que se encontra em qualquer parte de Portugal e espalhado pelo mundo.
Já foi dito que o berço desta criação foi e continua a ser a freguesia de Galegos Santa Maria.
Mas quem foi o seu criador?
Para esta questão há só uma resposta: a pessoa que fez o primeiro “Galo de Barcelos” em barro foi Domingos Côto. Esta é a verdade que muitos procuram encobrir. E não é sem fundamentos que aqui é apresentada.
“Barcelos - a terra dos galos - assim é conhecida em muitas paragens esta parcela do Minho.
Com efeito, esta figura típica da louça de Barcelos, de fundo escuro, crista vermelha, pintalgada de corações (o mais vulgar), teve o seu nascimento em Galegos Santa Maria, pela mão do Oleiro Domingos Côto, na década de trinta. Primeiramente o galo era feito à mão, começou depois a ser fabricado à roda e em série, de todos os tamanhos, em quantidades industriais. Hoje corre mundo como embaixador de Portugal. E não tem representado mal o seu país.”
Não sei por que razão esta verdade nunca foi encarada frontalmente e assumida com clareza pelas entidades competentes. Seriam tantas as incertezas que levavam a evitá-la? Ou pelo contrário, será o não querer compartilhar a verdade a que todos têm direito?
Mas outros argumentos se podem citar. No livro intitulado Barcelos no Passado e no Presente, de Ernesto Amorim Magalhães, editado em Barcelos no ano de 1958, encontra-se na página 244 um pequeno texto relativo à freguesia de Galegos Santa Maria, onde se pode ler o seguinte: “E lembramo-lo já porque é na dita freguesia que se fabricam os Galos de Barcelos”. Também em artigos de jornais se podem encontrar testemunhos referentes a este assunto e que atestam aquilo que vem sendo dito.
No entanto, e procurando um vasto leque de provas impunha-se que este assunto fosse também tirado a limpo junto dos familiares de Domingos Côto.



Festas da freguesia

Santa padroeira:
  • Nossa Senhora da Purificação - 7 de Fevereiro
Outras Festividades
  • Santo Amaro - 15 de Janeiro.
  • Nossa Senhora das Candeias - primeiro domingo de Fevereiro.
  • Nossa Senhora do Bom Sucesso -15 dias após a Páscoa.
  • S. João - 24 de Junho.
  • Santíssimo Sacramento.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Monumentos

O Forno Castrejo

O Forno Castrejo está situado no sopé do Monte do Facho freguesia de Galegos Santa Maria, Barcelos.
Foi descoberto apenas na década de 1970 do século XX, mas remonta à Idade do Ferro.
É um monumento com forno destinado a banhos. Os balneários para práticas tipo "sauna", realizavam-se com vapor, produzido por pedras aquecidas pelo fogo seguidos de banhos de água fria.
Classificado como Monumento Nacional pelo Decreto 1/86, DR 2, de 3 de janeiro de 1986.

Galegos

Situa-se:

Galegos (Santa Maria) é uma freguesia portuguesa do concelho de Barcelos, com 3,19 km² de área e 3 081 habitantes (2001). Densidade: 965,8 hab/km².
A designação Galegos (Santa Maria) é nome, ou designação oficial, da freguesia desde 2005. Anteriormente desiganava-se a freguesia e a paróquia por Santa Maria de Galegos. Atualmente este termo aplica-se, apenas, à paróquia.